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AINDA HÁ CAMINHOS POR ONDE ANDEI

Autores/as

  • Eguimar Felício Chaveiro

DOI:

https://doi.org/10.69532/2178-4442.v14.54591

Resumen

Por meio de reflexões ancoradas na minha experiência profissional como trabalhador da Universidade pública, objetiva-se demonstrar os desafios da formação intelectual, a sua riqueza e a valor de estabelecer sentidos à própria trajetória como instrumento de constituição da memória. Pressupõe-se que os contornos complexos da trajetória pessoal têm vínculos com dimensões espaço/temporais além das trajetórias. Todavia, na tensão entre a experiência e os vínculos suscita-se a singularidade, essa que baliza a interpretação do mundo e do próprio indivíduo que fala. Dessa feita, dizer a si e aos objetos, eventos ou situações do mundo, recai numa condição: aquele que fala é sempre um narrador, um intérprete. Em síntese: a memória não é exclusividade da confissão, mas a seiva aberta da criação. E da descoberta.

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Publicado

2018-08-24

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Cómo citar

CHAVEIRO, Eguimar Felício. AINDA HÁ CAMINHOS POR ONDE ANDEI. Poíesis Pedagógica, Catalão, v. 14, n. 2, 2018. DOI: 10.69532/2178-4442.v14.54591. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/poiesis/article/view/54591. Acesso em: 20 abr. 2026.

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