COLECCIONES PRIVADAS COMO FUENTES DE INVESTIGACIÓN: ARCHIVOS, RECUERDOS, OLVIDOS
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DOI:
https://doi.org/10.69532/2178-4442.v19.68533Palabras clave:
Colecciones privadas, Fuentes históricas, MemóriaResumen
Bases para la escritura de la historia, las fuentes solo se convirtieron en un “tema” después del movimiento de los Annales hacia una historia renovada en métodos, objetos y técnicas y, en consecuencia, de la expansión de la noción de documento y de un nuevo concepto de histórico. fuente. La imposición burocrática para crear un memorial de la vida profesional provocó reflexiones sobre la experiencia de transformar en fuentes documentos de colección personal encontrados en archivadores, carpetas y cajas. Se discuten las posibilidades y riesgos de transformar este acervo de documentos, fotografías y objetos recogidos y conservados por las personas a lo largo de su vida en fuentes de investigación para la escritura de la Historia de la Educación. El proceso de lidiar con la memoria implica enfrentar extrañezas, contradicciones, incompletud, ausencias y omisiones. Es necesario advertir sobre los riesgos de transformar archivos privados en fuentes y sobre la necesidad de conocimiento sobre la historia de la sociedad y la educación en la que se produjo la colección transformada en fuente, en una operación que afronta las particularidades sin perder de vista las totalidad histórica. La correcta formulación de las preguntas de investigación puede dar sentido a estas colecciones privadas y convertirlas en fuentes.
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