UM MANIFESTO LATENTE: poiesis onirofílicas de escriler

Autores/as

  • Marina dos Reis Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

DOI:

https://doi.org/10.5216/rppoi.v18.59478

Palabras clave:

Educação.Docência, Aulas-sonho, Poética

Resumen

deslocado pela perspectiva da Filosofia da Diferença, este artigo-manifesto é também uma sonhografia. Banhado pela poética Bachelardiana, intenta turbilhonar a vontade de transcriação da Matéria, entendendo-a como um sonho manifesto do Arquivo da educação. Arquivo que é templo de intraduzíveis, ávidos pela captura do olho e da mão do docente artistador. Pensa sonhando e sonha pensando uma poesia curricular latente na docência em fabulação que, pela pressão onirofílica, explode sonhografias operacionalizando em labor de onírico. Além disso, este artigo é desejoso de provocar uma espécie de dobra no espírito, a fim de causar estranheza e sobressaltos ao pensamento. Convoca a aproximação máxima entre sonho e escrita em seus movimentos de fragmentários e disruptivos. O conteúdo e encadeamento deste manifesto esbarra em vãos e transforma em sustos, permitindo-se o empirismo estético, o qual se movimenta pela tensão entre o olho que impõe certos limites aos afectos que o corpo pode sentir. Advindo dessa vibração em instantes de não-lugares, espera-se potências a Aulas-sonho. Por fim, traz um inventário de clichês onirofílicos pela dramatização das citações bibliográficas, as quais funcionam como gatilhos de a-tradução ao labor onírico docente.

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Publicado

2020-07-22

Cómo citar

REIS, Marina dos. UM MANIFESTO LATENTE: poiesis onirofílicas de escriler. Poíesis Pedagógica, Catalão, v. 18, p. 15–26, 2020. DOI: 10.5216/rppoi.v18.59478. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/poiesis/article/view/59478. Acesso em: 26 jul. 2026.

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