Reflexiones sobre la educación superior nocturna y las prácticas supervisadas
DOI:
https://doi.org/10.69532/2178-4442.v22.74836Palabras clave:
Prácticas supervisadas, Curso nocturno de educación superior, Trabajador estudiante, PedagogíaResumen
El objetivo de este trabajo fue comprender y analizar los desafíos y dificultades de los estudiantes del curso nocturno de Pedagogía de la Universidad Federal de Ceará (UFC), específicamente, en actividades de prácticas supervisadas. Entre los fundamentos teóricos destacamos: Furlani (1998), Pimenta e Lima (2008) y Arroyo (1991). Se trató de una investigación cualitativa (Gil, 1999), cuya información se recopiló a través de cuestionarios en línea y entrevistas semiestructuradas cara a cara, que contó con veinte participantes. Luego de analizar los datos (Lüdke; André, 1986), los resultados arrojaron, según la percepción de los estudiantes, que el curso nocturno no satisface sus necesidades, ya que el plan de estudios incluye actividades como, por ejemplo, prácticas tuteladas, que se realizan afuera durante el día. Esto se convirtió en un desafío para estos estudiantes, a quienes les resultó muy difícil realizar estas actividades, debido a la incompatibilidad con sus horarios laborales, lo que provoca una sobrecarga de tareas y responsabilidades y perjudica la calidad de la formación.
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