Entre versos e raízes: o chão da escola como território da pretagogia
DOI:
https://doi.org/10.69532/2178-4442.v23.75138Palavras-chave:
Antirracismo, Práticas educativas, Educação antirracistaResumo
Este artigo apresenta a sistematização de uma experiência didático-pedagógica desenvolvida por bolsistas do PIBID/Pedagogia da UECE, com uma turma dos anos iniciais do Ensino Fundamental em uma escola pública. Por meio do livro Amoras (2020), de Emicida, a ação teve como foco a Educação das Relações Étnico-Raciais (ERER), fundamentada na Lei nº 10.639/2003, buscando promover uma educação antirracista desde os primeiros anos de escolarização. Tal proposta visou combater estereótipos e práticas discriminatórias ainda presentes no cotidiano escolar, contribuindo para a construção de uma educação mais humanizada, e destacando a importância de currículos comprometidos com a equidade racial e o papel da escola como espaço político de transformação social. A experiência promoveu reflexões sobre identidade, representatividade e pertencimento sociorracial de crianças pardas/negras.
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Referências
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