Baixa autoestima nas redes sociais e impactos no rendimento escolar
DOI:
https://doi.org/10.69532/2178-4442.v23.75135Palavras-chave:
Baixa autoestima, Redes Sociais, AprendizagemResumo
Este trabalho parte da premissa de que as redes sociais frequentemente reforçam estereótipos que acarretam implicações negativas à autoestima e a saúde emocional dos jovens, podendo inclusive influenciar no desempenho escolar. Nesse sentido, o objetivo principal deste artigo é analisar a relação entre a baixa autoestima gerada pelas interações nas redes sociais e o rendimento escolar dos jovens, explorando os desafios enfrentados pelos estudantes e discutindo estratégias pedagógicas para minimizar tais efeitos. O estudo baseia-se em uma revisão bibliográfica do tipo narrativa que relaciona autoestima, redes sociais e aprendizagem, contribuindo para uma compreensão científica do problema e para possíveis caminhos de intervenção educacional. O levantamento bibliográfico aponta autores como Franco e Davis (2011) que afirmam que a autoestima não é algo natural; Guimarães (2021) e Noronha (2024), que colocam que o tempo excessivo nas redes sociais afeta na autoestima e por consequência na aprendizagem dos jovens. Como principal resultado destaca-se que o uso excessivo das redes sociais leva a uma priorização do virtual, afetando o bem-estar emocional e o rendimento escolar dos jovens. Conclui-se que o entrelaçamento desses assuntos que delineia o tema pesquisado é pouco abordado em literatura acadêmica, é preciso aprofundar os estudos sobre essa questão, uma vez que há implicações no desempenho escolar.
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