Migração estudantil interestadual na Universidade Federal de Goiás
DOI:
https://doi.org/10.69532/2178-4442.v23.74716Palavras-chave:
Educação Superior, Mobilidade Estudantil, Acesso à educação superiorResumo
Após os anos 2000, compreende-se que a migração estudantil vem se estruturando enquanto política educacional devido à conjunção de diversas políticas educacionais, como o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o Sistema de Seleção Unificada (SiSU), o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) e a Lei de Cotas, e como consequência imediata delas. Nesse sentido o objetivo deste artigo, por meio de pesquisa documental, é apresentar os principais dados quantitativos dos estudantes que ingressaram pelo SiSU e realizaram a migração estudantil interestadual na Universidade Federal de Goiás (UFG) entre os anos de 2015 e 2019. Os resultados indicam que, neste período, a UFG recebeu estudantes de todas as unidades federativas do Brasil, mas o número de matriculados não significa a permanência destes na instituição. Alguns cursos funcionam como fator de atração, mas a taxa de permanência varia de acordo com cada um. Indica-se que se a migração estudantil se estrutura enquanto política educacional para a educação superior e por isso é importante criar mecanismos que acompanhem a sua efetividade.
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