Migração estudantil interestadual na Universidade Federal de Goiás

Autores

DOI:

https://doi.org/10.69532/2178-4442.v23.74716

Palavras-chave:

Educação Superior, Mobilidade Estudantil, Acesso à educação superior

Resumo

Após os anos 2000, compreende-se que a migração estudantil vem se estruturando enquanto política educacional devido à conjunção de diversas políticas educacionais, como o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o Sistema de Seleção Unificada (SiSU), o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (REUNI), o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES) e a Lei de Cotas, e como consequência imediata delas. Nesse sentido o objetivo deste artigo, por meio de pesquisa documental, é apresentar os principais dados quantitativos dos estudantes que ingressaram pelo SiSU e realizaram a migração estudantil interestadual na Universidade Federal de Goiás (UFG) entre os anos de 2015 e 2019. Os resultados indicam que, neste período, a UFG recebeu estudantes de todas as unidades federativas do Brasil, mas o número de matriculados não significa a permanência destes na instituição. Alguns cursos funcionam como fator de atração, mas a taxa de permanência varia de acordo com cada um. Indica-se que se a migração estudantil se estrutura enquanto política educacional para a educação superior e por isso é importante criar mecanismos que acompanhem a sua efetividade.

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Publicado

26-03-2025

Como Citar

SANTOS ALVES, Higo Gabriel; DE OLIVEIRA BERNARDI NOLETO, Sylvana. Migração estudantil interestadual na Universidade Federal de Goiás. Poíesis Pedagógica, Catalão, v. 23, p. e2025006, 2025. DOI: 10.69532/2178-4442.v23.74716. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/poiesis/article/view/74716. Acesso em: 25 maio. 2026.

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