DESAFÍOS Y PERFIL DEL ESTUDIANTE EN LA EDUCACIÓN A DISTANCIA: UN ANÁLISIS SISTEMÁTICO SOBRE LA DESERCIÓN, LA MOTIVACIÓN Y LA ADAPTACIÓN
DOI:
https://doi.org/10.69532/2178-4442.v21.74662Palabras clave:
Entornos virtuales de aprendizaje, Autorregulación del aprendizaje, Educación a distancia, Perfil de alumnoResumen
Este artículo presenta los resultados de una investigación que se desarrolló como parte de la tesis doctoral del autor, titulada "CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL EN LA MODALIDAD EDUCACIÓN A DISTANCIA: un análisis a la luz de la Teoría de las Representaciones Sociales", que se defenderá en febrero de 2024. La adhesión a la Educación a distancia (EaD) se ha mostrado un gran desafío en la adopción de esta modalidad. Con el objetivo de fundamentar el perfil de estudiante con mayor propensión a la EaD, abordamos el concepto de nativos e inmigrantes digitales, las adaptaciones más recientes a las Tecnologías Digitales de Información y Comunicación (TDICs) y los referentes de estilos de aprendizaje y de procesamiento de la información. A través de la metodología de revisión sistemática de la literatura analizamos las dificultades de los alumnos, las diversas motivaciones que los atraen a la enseñanza remota y las razones que llevan a los altos índices de deserción en cursos de grado y posgrado ofrecidos en las modalidades EaD y híbrida (semipresencial). Como resultado de estos análisis, se concluye que no hay perfil más adecuado para la Educación a Distancia. Desde este ángulo, el estudio evidencia que el presupuesto de la autorregulación del aprendizaje no es innato, sino meta a ser alcanzada por propuestas formativas que buscan, intencionalmente, la disminución de la deserción en los cursos y la ampliación de la calidad de procesos formativos, por lo tanto, siendo necesario, la elaboración de programas en la modalidad EaD que tengan en cuenta estos factores.
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