Artesanía teórico-crítica-sentimental, transparencias y opacidades: trenzas decoloniales, interseccionales y transfeministas.
Palabras clave:
Desobediencia epistémica, Epistemologías del Sur, Decolonialidad, Interseccionalidad, TransfeminismoResumen
El dossier “Desobediencia epistémica y epistemologías del Sur: Perspectivas decoloniales, interseccionales y transfeministas del Tercer Mundo” reúne contribuciones que consideran la desobediencia epistémica como un movimiento crítico fundamental para cuestionar y subvertir las estructuras eurocéntricas y occidentales que históricamente han regulado la producción científica, especialmente en los campos de las humanidades, los estudios de género y sexualidad, las relaciones étnico-raciales y la clase. Partiendo de una perspectiva decolonial y afirmando la centralidad de las epistemologías del Sur, este número se centra en incorporar enfoques interseccionales y transfeministas como regímenes de lectura capaces de desestabilizar las narrativas hegemónicas, confrontar los silencios y rechazar las dicotomías tradicionales (como sujeto/objeto y humano/no humano) que sustentan la racionalidad colonial. Se trata, pues, de un espacio de composición teórica y política orientado a revisar las prácticas y políticas de producción de conocimiento y a construir una academia involucrada con los procesos de resistencia y transformación social, reconociendo como fuente legítima de teoría las experiencias y luchas de grupos históricamente empujados a la subalternidad.
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