Theoretical-critical-sentimental craftsmanship, transparencies and opacities: decolonial, intersectional, and transfeminist braids.

Authors

  • Dandara Camélia da Silva Domingues Pontifícia Universidade Católica de São Paulo https://orcid.org/0000-0003-0038-609X
  • Liliana Graciete Fonseca Rodrigues Centro de Investigação e Inovação em Educação da Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto (inED/ESE-IPP)

Keywords:

Epistemic disobedience, Epistemologies of the South, Decoloniality, Intersectionality, Transfeminism

Abstract

The dossier “Epistemic Disobedience and Epistemologies of the South: Decolonial, Intersectional, and Third-World Transfeminist Perspectives” brings together contributions that take epistemic disobedience as a fundamental critical movement to question and subvert the Eurocentric and Western structures that have historically regulated scientific production, especially in the fields of humanities, gender and sexuality studies, ethnic-racial relations, and class. Starting from a decolonial perspective and affirming the centrality of epistemologies of the South, this issue focuses on incorporating intersectional and transfeminist approaches as reading regimes capable of destabilizing hegemonic narratives, confronting silences, and rejecting traditional dichotomies (such as subject/object and human/non-human) that underpin colonial rationality. This is, therefore, a space for theoretical and political composition aimed at revising the practices and policies of knowledge production and at building an academy involved with processes of resistance and social transformation, recognizing as a legitimate source of theory the experiences and struggles of groups historically pushed into subalternity.

Author Biographies

Dandara Camélia da Silva Domingues, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Doutoranda em Psicologia e Sociedade pelo Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), Mestra em Ciências do Envelhecimento (Educação, Saúde e Qualidade de Vida) pelo Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Ciências do Envelhecimento da Universidade São Judas Tadeu (PPGCE/USJT). Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e em Psicologia pela Universidade São Judas Tadeu (USJT). Pesquisadora do Laboratório Psicologias, Coletivos e Culturas Queer (PsiCUqueer) da UNESP.

Liliana Graciete Fonseca Rodrigues, Centro de Investigação e Inovação em Educação da Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto (inED/ESE-IPP)

Doutora em Psicologia pela Universidade do Porto (U.Porto), Mestra em Psicologia da Justiça e Licenciada em Psicologia pela Universidade do Minho (U.Minho). Investigadora integrada do Centro de Investigação e Inovação em Educação da Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto (inED/ESE-IPP)  e investigadora colaboradora do Centro de Psicologia da Universidade do Porto (U.Porto). Professora Adjunta da ESE-IPP.

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Published

2025-12-19