Hannah Arendt e os movimentos feministas no Brasil (1980-1990)
Palavras-chave:
Feminismos; Hannah Arendt; CNDM.Resumo
Pretende-se neste artigo investigar o diálogo entre a teoria política de Hannah Arendt com as ações feministas que conduziram o Lobby do Batom durante a Constituinte 1987-88. Por meio de perspectivas historiográficas alicerçadas nas epistemologias de gênero e na história das ideias, espera-se compreender os conceitos arendtiano de “direito a ter direitos” e “ação” para aproximá-los da prática política de Ruth Escobar e da análise de Jacqueline Pitanguy, ambas, presidentas do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM). Dessa maneira, objetiva-se interpretar a ampliação dos debates públicos e os enquadramentos no engendramento das ideias de Arendt com os movimentos feministas no Brasil da virada democrática.
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