Clínica Ampliada, desnaturalización del sexo y la despatologización de los géneros disidentes
Palabras clave:
Clínica ampliada, desnaturalización, despatologización, géneroResumen
Este trabajo pretende discutir la despatologización del género a partir de las contribuciones de la clínica ampliada, abordando la desnaturalización del sexo como una contrapropuesta al discurso biomédico y psicologizante. Se basa en obras de autoras decoloniales del sur global, de naturaleza teórico-crítica y cualitativa, utilizando la revisión narrativa como metodología. Se destaca una psicología historicizada, debatiendo las categorías diagnósticas del CIE-11 y DSM-5, los aspectos que fundamentan la cisgeneridad y cómo la naturalización del sexo implica en la clasificación de las disidencias de género como desviadas. Se propone un debate desde la perspectiva de la clínica ampliada, que tiene en su base la reforma psiquiátrica brasileña, un movimiento social y político que comenzó en la segunda mitad de los años 70 con el objetivo de superar el modelo psiquiátrico tradicional, presuponiendo una clínica no reduccionista, que no se cierra en el campo biológico, proponiendo un análisis del sujeto como integral y potencial agente en la despatologización del género.
Palabras-clave: Clínica ampliada, desnaturalización, despatologización, género.
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