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  • Pensamento Autoritário Brasileiro Séculos XX e XXI
    V. 23 N. 1 (2025)

    Nova Chamada Revista Opsis v. 23, n.1, 2025.

      Pensamento Autoritário Brasileiro Séculos XX e XXI   O pensamento político autoritário nas primeiras décadas do Século XX compõe-se da produção de um conjunto de autores e obras que criticam o modelo constitucional de 1891 e os fundamentos da política econômica oligárquica da Primeira República. Tendo em vista a organização nacional da ação política com o evidente propósito de alterar o processo em curso, termo que culminaria na década de 1930 com modelos alternativos de organização político-institucional do país, notadamente aqueles que sustentavam premissas nacionalistas corporativistas, se manifestaram. O pensamento autoritário afirmava-se contrário à Democracia Liberal, com seus partidos e lutas políticas que – supostamente – levavam à divisão do organismo nacional, os quais seriam incapazes de encontrar soluções para a crise econômica e política brasileira. Apesar das diferentes vertentes, as características do pensamento autoritário (notadamente o nacionalismo corporativista pautado em diretrizes como a do pensamento de Mihail Manoilescu) marcavam-se pela democracia restrita, pelo combate à fragmentação partidária e pela defesa do Estado forte. Com o intuito de ampliar os estudos dos desdobramentos desse núcleo do pensamento autoritário brasileiro, aceitaremos pesquisas sobre autores vinculados ao IHGB (Instituto Histórico Geográfico Brasileiro) republicano e de outros pensadores relacionados aos movimentos de renovação do pensamento autoritário nas décadas de 1930 e 1940, ainda considerando  desdobramentos entre as décadas de 1950 e 1970, em especial de modelos interpretativos de corte  nacional-corporativista,  assim como manifestações intelectuais das Direitas nacionalista e ou  liberal no período da redemocratização do país nas décadas de 1980 e 1990 até  a atualidade. Serão bem-vindos, inclusive, estudos que buscam problematizar comparativamente os intercâmbios entre o pensamento autoritário brasileiro com as experiências autoritárias internacionais.   Prof. Dr. George Leonardo Seabra Coelho (PPGHISPAM-UFT) Prof. Dr. João Alberto da Costa Pinto (PPGH-UFG) Profa. Dra. Márcia Regina da Silva Ramos Carneiro (ProfHistória/ PPGDAP-UFF/Campos)
  • Dossiê Conhecimentos, territórios e práticas culturais: diálogos interdisciplinares sobre o passado e o presente
    V. 22 N. 2 (2024)

    Amazon del futuro o Amazon senza futuro? Popolazioni delle campagne, dei fiumi e delle foreste e concezioni di futuri alternativi a quelli egemonici
  • OPSIS v. 21 n. 1 (2024): Ruralidades e meio ambiente: retrocessos e desmontes institucionais

                mceclip0-1569c51669740890c1e7c8f6c06eb9c9.png Ramos Martinez, Los Cesteros, 1939.   OPSIS Dossiê Ruralidades e meio ambiente: retrocessos e desmontes institucionais. OPSIS, Catalão-GO, v. 21, n. 01, p. 686-830, jan./jun. 2024
  • OPSIS
    V. 20 N. 2 (2020)

    Às leitoras e leitores,

    Diante da maior crise sanitária da nossa época, a Revista Opsis apresenta mais uma publicação de estudos e reflexões que, direta ou indiretamente, referem-se a temas de interesse que crescentemente são debatidos nestes tempos de isolamento social.

    Acreditamos que a universidade é um lugar de lutas sociais e ideológicas, e nesse sentido, num momento em que a ciência é questionada, os direitos conquistados são atacados e a academia é desacreditada por vários setores da sociedade, a revista Opsis espera contribuir para o debate com artigos que colaborem com o pensamento crítico e enriquecimento teórico.

    Um aspecto fundamental a ser considerado nesse contexto, é a intensificação dos desafios para a produção científica. Numa conjuntura tão complexa, imprevisível e instável, inúmeros são os obstáculos que se apresentam, tais como, a suspensão das atividades acadêmicas, a adaptação ao ensino remoto temporário, falta de acesso aos arquivos e bibliotecas, além de inúmeras outras questões de ordem política, econômica e social.

    Tudo isso reverbera sobremaneira na publicação dos periódicos acadêmicos, tal como em nossa revista. Ademais, estamos no momento da transição da autonomia e fundação da Universidade Federal de Catalão, criada pela lei 13.634 de 20 de março de 2018. A UFCAT é fruto de um longo esforço coletivo composto por professores, alunos, técnicos e comunidade. A separação da Universidade Federal de Goiás é sem dúvida uma grande conquista para o cenário educacional brasileiro, entretanto carrega dificuldades próprias da sua natureza complexa. No caso desta revista, isso se revela na falta de recursos financeiros, bem como a falta de técnicos, revisores, diagramadores e demais profissionais especializados, essenciais na produção e publicação de uma edição.

    Apesar das adversidades a Opsis continua firme em seu propósito de ser um espaço de divulgação de pesquisas e da produção historiográfica, sem se pautar meramente nos indicadores de desempenhos e sistemas de medição, mas fundamentalmente, na produção de conhecimento histórico de qualidade.

    Desejamos a todos e todas, uma boa leitura!

    Obra da capa: Eclipse, 1954. Antônio Bandeira, óleo sobre tela 46 x 55 cm. Acervo Banco Itaú.

  • OPSIS
    V. 20 N. 1 (2020)

    O novo número da revista Opsis vem à público em meio à maior emergência de saúde pública desde a epidemia de H1N1 em 1918, numa crise sanitária que eclode em meio à mais profunda crise do capital. A intensificação da exploração em curso desde a crise de 2008, encontrou nova oportunidade para a acumulação e centralização de capital em níveis jamais antes experimentados, chegando ao anúncio da fortuna de uma única pessoa de 200 bilhões de dólares. Este processo tende a eliminar as camadas médias e submeter as classes trabalhadoras a níveis crescentemente degradantes de existência, fazendo desaparecer os parcos direitos sociais nos locais do mundo em que eles foram conquistados e, em muitos outros, como na África e América Latina, condenando populações inteiras a desaparecimento físico ou cultural, mostrando a reversibilidade da conquista de direitos e a ilusão de seu acúmulo constante.

    Numa conjuntura tão difícil, a revista Opsis, composta de artigos livres, apresenta diversos estudos e reflexões que direta ou indiretamente referem-se à temas de interesse que crescentemente são debatidos nestes tempos de isolamento social. Acreditamos que a Universidade é um lugar de lutas sociais e ideológicas, e nesse sentido, num momento em que a ciência é questionada, os direitos conquistados são atacados e a academia é desacreditada por vários setores da sociedade, a revista Opsis espera contribuir para o debate com artigos que colaborem com o pensamento crítico e enriquecimento teórico.

    *O Portal de Periódicos da Universidade Federal de Goiás (UFG) foi vítima de hackeamento. Todas as revistas presentes no Portal foram afetadas e nossa revista está entre elas. Após um trabalho árduo das equipes envolvidas, verificou-se que muitos arquivos foram perdidos. A restauração integral de todos os arquivos será um trabalho lento e delicado, com checagem de cada volume já publicado e do estado das submissões em andamento. Dessa forma, inevitavelmente, os volumes referentes a 2020 sofrerão atrasos na sua publicação. Reafirmamos nosso compromisso de trabalhar para que tudo seja recuperado e pedimos a compreensão de nossos leitores/as e autores/as.

    Equipe Editorial

     

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