Género e (in)sostenibilidad de mujeres en los reasentamientos rurales de la Usina Hidroeléctrica de Estreito – Tocantins

Autores/as

  • Temis Gomes Parente Universidade Federal do Tocantins/Campus Porto Nacional (UFT), Porto Nacional, TO

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v15i2.33722

Palabras clave:

Género, Insostenibilidad, Reasentamientos Rurales, Sostenibilidad

Resumen

Con la construcción de la Usina Hidroeléctrica de Estreito, en el norte del Estado de Tocantins, comunidades enteras fueron obligatoriamente trasladadas para reasentamientos construidos por la emprendimiento. A partir de las narrativas de mujeres y hombres, este trabajo tiene como objetivo discutir las condiciones de vida cotidiana de esas familias y analizar la (in)sostenibilidad de los/ as reasentados/ as. Las publicaciones sobre esta cuestión coinciden en que, debido a las construcciones sociales de género, son las mujeres y las adolescentes que desempeñan un papel principal en la manutención y en el abastecimiento de agua en el espacio doméstico – y eso mismo se ha constatado en los reasentamientos investigados.

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Publicado

2015-12-19

Cómo citar

PARENTE, Temis Gomes. Género e (in)sostenibilidad de mujeres en los reasentamientos rurales de la Usina Hidroeléctrica de Estreito – Tocantins. OPSIS, Goiânia, v. 15, n. 2, p. 399–416, 2015. DOI: 10.5216/o.v15i2.33722. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/Opsis/article/view/33722. Acesso em: 3 ene. 2026.

Número

Sección

Dossier: Las relaciones de género , Historia, Educación y epistemologías feministas