O Canto dos Escravos: heranças centro-africanas na música contemporânea do Brasil

Autori

  • Amailtom Magno Azevedo Pontificia Universidade Católica de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v16i1.36694

Parole chiave:

África, Brasil, Vissungos e Resistência negra

Abstract

O objetivo desse artigo é analisar a dimensão histórica e estética do disco “O Canto dos Escravos”. Gravado pelos sambistas Geraldo Filme, Clementina de Jesus e Doca, em 1982, esse disco reposicionou o canto dos escravos mineiros do século XVIII na cena musical contemporânea. Esses cantos são denominados pela historiografia de vissungo; uma forma de cantiga de trabalho herdada dos negros bengelas. Na gravação do disco, os sambistas selecionaram quatorze vissungos. E o resultado, na visão deste autor, sugere a elaboração de uma estética musical ancorada nos valores e signos centro-africanos.

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Biografia autore

Amailtom Magno Azevedo, Pontificia Universidade Católica de São Paulo

Prof do Departamento e do Programa de Estudos Pós-graduados em História da PUC/SP

Pubblicato

2016-08-23

Come citare

AZEVEDO, Amailtom Magno. O Canto dos Escravos: heranças centro-africanas na música contemporânea do Brasil. OPSIS, Goiânia, v. 16, n. 1, p. 238–251, 2016. DOI: 10.5216/o.v16i1.36694. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/Opsis/article/view/36694. Acesso em: 15 giu. 2026.