O Uruguai entre armas e urnas: as relações dos Tupamaros com a Frente Ampla no princípio dos anos 1970
DOI :
https://doi.org/10.5216/o.v12i2.18308Mots-clés :
Uruguai, Frente Ampla, Tupamaros, luta armadaRésumé
As eleições presidenciais de 1971 no Uruguai aconteceram em meio a um cenário de crise institucional e política. O governo autoritário de Jorge Pacheco Areco, bem como a violência armada do Movimento de Libertação Nacional - Tupamaros, levaram a sociedade uruguaia a uma polarização ideológica sem precedentes na recente história do país. Nesse contexto, a Frente Ampla, coalizão de partidos e grupos de esquerda, surgiu condenando tanto as medidas discricionárias do Executivo quanto a luta armada, propondo uma saída democrática e legal para a situação. Apesar disso, a aliança manteve vínculos clandestinos com a guerrilha, constituindo assim uma relação delicada e conflituosa, pois em seu discurso oficial defendia o acesso ao poder através do voto e o respeito à constituição, mas vários de seus integrantes, como o Partido Comunista e o Movimento de Independentes 26 de Março, dialogavam com o grupo armado criando uma situação de ambiguidade para a organização.Téléchargements
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Publié-e
2012-12-20
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LOPES FERREIRA, André. O Uruguai entre armas e urnas: as relações dos Tupamaros com a Frente Ampla no princípio dos anos 1970. OPSIS, Goiânia, v. 12, n. 2, p. 308–325, 2012. DOI: 10.5216/o.v12i2.18308. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/Opsis/article/view/18308. Acesso em: 26 sept. 2026.
Numéro
Rubrique
Artigos