O Jogo e o conceito: sobre o ato criativo na aula de História DOI10.5216/o.v15i1.34727
DOI:
https://doi.org/10.5216/o.v15i1.34727Palavras-chave:
Aula de História, Jogo, FabulaçãoResumo
O artigo discute o ensino de conceitos nas aulas de história através do uso de jogos. A partir de um debate teórico sobre o conceito, baseado em autores como Deleuze, Foucault e Bergson, apresenta-se a aprendizagem conceitual como o elemento central de uma aula de história e argumenta-se que a aprendizagem do conceito se dá num processo de inserção direta no tempo, num não-lugar de singularidades pré-individuais, proporcionada pelo jogo e pela brincadeira. Nesse sentido, o artigo é uma discussão teórica que se propõe pensar o jogo e o conceito, considerando o primeiro um meio estratégico para acessar o segundo, num processo de deslocamento do estudante atual da aula de história, regido pela inteligência, para um estado virtual, regido pela intuição. O acesso ao lugar, onde os conceitos ainda não estão formados, permite conceber a sala de aula com o jogo como um espaço de potencial criação. É nesse lugar de criação que os conceitos emergem e são formados, constituindo-se em elementos da representação.Downloads
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