JUVENTUDE PERDIDA: METAL, CONSERVADORISMO E PRECONCEITO NA DÉCADA DE 1980

Autores

  • Reubert Marques Pacheco Universidade Federal de Goiás/Campus Catalão, Catalão, GO, Brasil
  • Márcia Pereira dos Santos Universidade Federal de Goiás - Campus Catalão

Resumo

O presente trabalho tentará analisar o contexto de origem e de expansão do Heavy Metal para o mundo (1970–1980), buscando entender os motivos pelos quais este estilo musical tornou-se tão odiado pelos conservadores, principalmente nos Estados Unidos e, ao mesmo tempo, tornou-se uma válvula de escape para os anseios, medos e expectativas de algumas gerações. Para analisarmos tais questões e, partindo de uma abordagem cultural da história, serão analisados materiais fotográficos, videoclipes, músicas e letras de músicas. Temos por hipótese inicial de pesquisa a percepção de que não são apenas as músicas gravadas que enfurecem os conservadores, mas, em alguns casos, a própria estrutura de um show, o comportamento dos artistas em cima do palco ou fora dele, são motivos para que um determinado grupo social repudie o metal.

Biografia do Autor

Reubert Marques Pacheco, Universidade Federal de Goiás/Campus Catalão, Catalão, GO, Brasil

Granduando em História pela Universidade Federal de Goiás, Catalão desenvolve pesquisa sobre o Heavy Metal. É bolsista PIBID/UFG/CAC.

Márcia Pereira dos Santos, Universidade Federal de Goiás - Campus Catalão

Professora Adjunta III do Curso de História da UFG/Campus Catalão desde 1998. É doutora em História pela UNESP/Franca (2007). Tem orientado
pesquisas sobre as temáticas: cultura, história cultural, cultura popular rural, religiosidade popular, literatura goiana, Santo Antônio e ensino de História.
É membro da Società di Studi Francescani, Assisi – Itália e membro do Grupo de Pesquisa NIESC – Núcleo Interdisciplinas de Estudos e Pesquisas
Culturais (CNPq). É coordenadora de área de História do PIBID/UFG / CAC.

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Publicado

2014-02-23