Professor no Centro Universitário UNA de Catalão-GO. Doutor em Estudos Linguísticos e Pesquisador em Análise do Discurso, Análise Dialógica do Discurso, Literatura e Linguística Aplicada Transgressiva, vinculado ao Laboratório de Estudos Polifônicos (LEP)
Palavras-chave:
Discurso Literário, Interdiscurso, Paulo CoelhoResumo
O presente artigo é um recorte da minha dissertação de mestrado orientada pelo professor João Bosco C. dos Santos. Meu objetivo aqui é mostrar como o discurso literário, mais especificamente a obra O Alquimista, de Paulo Coelho, é atravessado pelo discurso de autoajuda. Por meio da análise de enunciados da obra em questão percebemos que o discurso de autoajuda se faz presente em diversos momentos como em que a personagem central, Santiago, encontra-se aflito ou desmotivado. Dessa forma, percebe-se que o discurso de autoajuda surge para incentivar e motivar o rapaz a não desistir de seus sonhos. A nosso ver, o referido discurso constitui esteticamente o discurso literário, balizando as ações do herói.
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Publicado
2026-06-24
Como Citar
Furloni, I. (2026). Professor no Centro Universitário UNA de Catalão-GO. Doutor em Estudos Linguísticos e Pesquisador em Análise do Discurso, Análise Dialógica do Discurso, Literatura e Linguística Aplicada Transgressiva, vinculado ao Laboratório de Estudos Polifônicos (LEP). Cadernos Discursivos, 2(1), 90–109. Recuperado de https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/cadis/article/view/75455
Edição
Seção
Artigos






