Duzentos anos de 1817: caminhos historiográficos e algumas discussões sobre a Revolução Pernambucana

Autores

  • Breno Gontijo Andrade Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v17i1.39807

Palavras-chave:

Revolução Pernambucana, Revolução de 1817, Historiografia.

Resumo

O artigo trabalha com a produção historiográfica da Revolução Pernambucana de 1817 ao longo de quase duzentos anos. Textos dos revolucionários, realistas, viajantes, historiadores e observadores embasam o estudo. Também questiona o esquecimento da historiografia sobre a Revolução de 1817: primeiro movimento a ter sucesso em sua declaração de independência da Coroa portuguesa; primeiro movimento a buscar ajuda política, militar e econômica de outros países; primeiro movimento a criar uma pré-constituição no Brasil; primeiro movimento a ter grande apoio da maçonaria e do clero que pegou em armas; e a ter centenas de presos acusados de crime de lesa-majestade.

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Biografia do Autor

Breno Gontijo Andrade, Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

Doutorando em História e Culturas Políticas pela UFMG. Mestre em História e Culturas Políticas pela UFMG. Graduado em História pela UFMG. Atua como professor da rede privada e como historiador.

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Publicado

2017-04-03

Como Citar

ANDRADE, Breno Gontijo. Duzentos anos de 1817: caminhos historiográficos e algumas discussões sobre a Revolução Pernambucana. OPSIS, Goiânia, v. 17, n. 1, p. 121–134, 2017. DOI: 10.5216/o.v17i1.39807. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/Opsis/article/view/39807. Acesso em: 12 jun. 2026.