Plataforma de Ação de Pequim, avanços e entraves ao gender mainstreaming DOI10.5216/o.v14i1.26330
DOI:
https://doi.org/10.5216/o.v14i1.26330Palavras-chave:
Gender mainstreaming, Plataforma de Ação de Pequim, movimentos feministasResumo
O presente artigo discute a integração das políticas de gênero no Estado, ou gender mainstreaming, como uma inovação da gestão pública, resultado de uma intensa mobilização dos movimentos feministas e da Organização das Nações Unidas (ONU) em diversos países do mundo. Objetiva-se compreender a construção do conceito de gender mainstreaming, bem como contextualizar o papel das conferências internacionais da mulher promovidas pela ONU, com ênfase na Plataforma de Ação de Pequim, que promoveu uma mudança paradigmática na forma de se pensarem as questões de gênero nas políticas dos governos. A partir da análise das resoluções das conferências, buscou-se problematizar a construção do conceito de gender mainstreaming. O artigo aponta que a distância entre o discurso e a prática da integração das políticas de gênero no Estado impede que se avance na criação dos Organismos de Políticas para as Mulheres e na elaboração e implementação das políticas de igualdade. Também destacam-se os desafios atuais para que a busca da igualdade entre os gêneros seja uma prática do Estado em ação capaz de mudar o status das mulheres nas mais diversas sociedades. São apresentadas algumas considerações sobre o campo de disputa de poder que tem promovido avanços e entraves para a incorporação das questões de gênero nas políticas.Downloads
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Publicado
2014-09-18
Como Citar
MIRANDA, Cynthia Mara; PARENTE, Temis Gomes. Plataforma de Ação de Pequim, avanços e entraves ao gender mainstreaming DOI10.5216/o.v14i1.26330. OPSIS, Goiânia, v. 14, n. 1, p. 415–430, 2014. DOI: 10.5216/o.v14i1.26330. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/Opsis/article/view/26330. Acesso em: 9 set. 2026.
Edição
Seção
Artigos