As estratégias corporativa e voluntarista de defesa na América Portuguesa (Segunda metade do século XVIII) DOI 10.5216/o.v13i2.23388
DOI:
https://doi.org/10.5216/o.v13i2.23388Palavras-chave:
defesa, recrutamento, comunidade local, estrutura granular, estrutura contínuaResumo
Este artigo busca analisar a segunda metade do século XVIII na América Portuguesa como constituída por duas concepções simultâneas de poder e de espaço: de um lado, a do governo da metrópole e seus representantes ultramarinos, com suas exigências centralizadoras enquadradas nos postulados do absolutismo pombalino; de outro, a comunidade local da colônia, organizada de acordo com uma lógica fundamentalmente local, isto é, corporativa. Temos como objetivo demonstrar que, mesmo diante da iminência de uma guerra a comunidade local não consegue reconhecer os motivos como inerentemente seus, porque seu espaço social de referência era a esfera local não coincidente, portanto, com a totalidade da extensão territorial da América portuguesa – espaço físico de exercício da soberania do monarca em sua Colônia.Downloads
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Publicado
2014-02-16
Como Citar
MELLO, Christiane Figueiredo Pagano de. As estratégias corporativa e voluntarista de defesa na América Portuguesa (Segunda metade do século XVIII) DOI 10.5216/o.v13i2.23388. OPSIS, Goiânia, v. 13, n. 2, p. 292–310, 2014. DOI: 10.5216/o.v13i2.23388. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/Opsis/article/view/23388. Acesso em: 9 jun. 2026.
Edição
Seção
Artigos