TEIXEIRA E SOUSA E O PRIMEIRO MALANDRO DO ROMANCE BRASILEIRO DOI: 10.5216/lep.v17i1.30443

Autores

  • Fábio Figueiredo CAMARGO Pontifícia Universidade Católica-Mina/Universidade Federal de Uberlândia.

Resumo

Neste artigo pretende-se demonstrar como o folhetim foi reconhecido no Brasil pela crítica de seu tempo e de outros tempos, além de analisar o romance “As tardes de um pintor” ou “As intrigas de um jesuíta”, de Teixeira e Sousa, publicado em 1847 no jornal “Arquivo romântico”, saído em três volumes. Também se fará uma revisão de “Dialética da malandragem”, de Antonio Candido, publicado em 1970. Nesse artigo o crítico paulista afirma ser o Leonardo, personagem de “Memórias de um sargento de milícias”, de Manuel Antônio de Almeida, o primeiro malandro da literatura brasileira. Este artigo se contrapõe a essa ideia, apresentando o caso de Ligeiro, o primeiro malandro do romance brasileiro.

 

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Publicado

10/21/2014

Como Citar

CAMARGO, Fábio Figueiredo. TEIXEIRA E SOUSA E O PRIMEIRO MALANDRO DO ROMANCE BRASILEIRO DOI: 10.5216/lep.v17i1.30443. Linguagem: Estudos e Pesquisas, Goiânia, v. 17, n. 1, 2014. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/lep/article/view/32351. Acesso em: 26 jul. 2026.

Edição

Seção

Artigos de temática livre