OS SENTIDOS DE LIBERDADE DA ESCRAVA ISAURA CONSTITUÍDOS POR GESTOS DE RESISTÊNCIA

Autores

  • Jane Josefa da Silva CAMILO Universidade do Estado de Mato Grosso. Professora da Educação Básica (SEDUC-MT).

DOI:

https://doi.org/10.5216/lep.v19i2.41166

Resumo

Esta pesquisa é parte da minha Dissertação de Mestrado em Linguística e se inscreve na perspectiva teórica da Semântica do Acontecimento (GUIMARÃES, 2002, 2010). Nosso objetivo é analisar as cenas enunciativas constituídas de diálogos nos quais se inscrevem as figuras enunciativas representadas pelo herdeiro Leôncio e pela escrava Isaura.  Os locutores falam de distintos lugares sociais tensionados pelo assédio e pela resistência, respectivamente, cujos gestos vão construir os sentidos de liberdade da escrava. O corpus desta pesquisa é constituído de recortes extraídos do livro “A Escrava Isaura”, do escritor brasileiro, Bernardo Guimarães (1875). Embora o discurso da literatura se faça como ficcional, ele está inscrito na história, entendendo a história como efeito de interpretações (HENRY, 1984).

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Biografia do Autor

Jane Josefa da Silva CAMILO, Universidade do Estado de Mato Grosso. Professora da Educação Básica (SEDUC-MT).

Mestre em Linguística – Universidade do Estado de Mato Grosso. Professora da Educação Básica (SEDUC-MT). Cáceres-MT.

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Publicado

05/10/2016

Como Citar

DA SILVA CAMILO, Jane Josefa. OS SENTIDOS DE LIBERDADE DA ESCRAVA ISAURA CONSTITUÍDOS POR GESTOS DE RESISTÊNCIA. Linguagem: Estudos e Pesquisas, Goiânia, v. 19, n. 2, 2016. DOI: 10.5216/lep.v19i2.41166. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/lep/article/view/41166. Acesso em: 26 jul. 2026.

Edição

Seção

Dossiê temático Estudos linguísticos, literários e ensino: conexões e diálogos