A UTILIZAÇÃO DOS PRESSUPOSTOS DA PAISAGEM EM PESQUISAS ARQUEOLÓGICAS DESENVOLVIDAS NA ILHA DE SÃO LUÍS, MARANHÃO
DOI:
https://doi.org/10.70261/er.v26i1.74750Abstract
This article discusses the application of the theoretical and methodological assumptions of the landscape concept that was conventionally called Landscape Archaeology, in research carried out on the Ilha de São Luís, Maranhão. In the first part of this text we will focus, succinctly, on the categories that characterize the landscape and its perception of archaeology, addressing the main currents of thought and its theoretical and methodological developments. In a second moment, we will present the data concerning the case study as a focus on the archaeological landscape of the Ilha de São Luís, in the sense of constructing bridges that integrate the Human Sciences and the Nature Sciences in the construction and interpretation of the archaeological record and do past human behavior, in a holistic and interdisciplinary vision. Finally, we will discuss the survey carried out in the study area, with the application of geotechnical tools for the construction of inference about two occupation models of the study area, based on landscape indicators.
References
AB’SABER, Aziz Nacib. “Contribuição a geomorfologia do estado do Maranhão”. In Notícia Geomorfológica. Campinas: Faculdade de Filosofia, Ciência e Letras, Departamento de Geografia-UNICAMP, n. 5, ano III, p. 35-45, 1960.
AB’SABER, Aziz Nacib. Litoral brasileiro. São Paulo: Metalivros, 2003.
BANDEIRA, Arkley Marques. Ocupações humanas pré-coloniais na Ilha de São Luís - MA: inserção dos sítios arqueológicos na paisagem, cronologia e cultura material cerâmica. 2012. Tese (Doutorado em Arqueologia) - Museu de Arqueologia e Etnologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013.
BIAGI, Paolo; NISBET, Renato; STARNINI, Elisabetta. The prehistoric fisher-gatherers of the western coast of the Arabian Sea: a case of seasonal sedentarization? Introduction: adopting a sedentary lifeway. World Archaeology. Sedentism in non-agricultural societies. Routledge, v. 38, n. 2, 2006. DOI: https://doi.org/10.1080/00438240600708188
BINFORD, Lewis. R. The Archaeology of place. Journal of Anthropological Archaeology. N. 01, p 5-31, 1982. DOI: https://doi.org/10.1016/0278-4165(82)90006-X
BOADO, Felipe Criado. “Construcción social del espacio y reconstrucción arqueológica del paisage”. In Boletín de Antropología Americana. Instituto Panamericano de Geografia e Historia, nº. 24, p. 5-29, dezembro, 1991.
DEMARTINI. Célia Maria Cristina. Caracterização cultural e gerenciamento do patrimônio arqueológico do Parque Estadual da Ilha do Cardoso. Tese de doutorado apresentada ao Programa de Pós-graduação em Arqueologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. São Paulo, 2003.
CINTRON, Gilberto, SCHAEFFER-NOVELLI, Yara. Los manglares de la costa brasileña: revisisíon preliminar de la literatura. Informe técnico preparado para ROSTLAC/UNESCO, 1981.
DIAS JUNIOR, Ondemar F. “Desenvolvimento cultural do horizonte 9000/4000 A.P. no Brasil Tropical”. In Revista de Arqueología Americana. Instituto Panamericano de Geografia e Historia, nº. 4, p. 55-87, 1991.
ENDERE, María Luz & CURTONI, Rafael Pedro. “Patrimonio, arqueología y participación: acerca de la noción de paisaje arqueológico”. In CURTONI, Rafael Pedro & ENDERE, María Luz (eds.). Análisis, interpretación y Gestión en la arqueología de Sudamérica. Buenos Aires: Incuapa-Unicen, 2003. Parte 2, p. 227-296.
FAGUNDES, Marcelo. O conceito de paisagem em arqueologia – os lugares persistentes. Holos Environment. n. 9, v. 2, p. 1-15, 2009.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. Petrópolis: Vozes, 1977.
GASPAR, Maria Dulce. Os ocupantes do litoral brasileiro. In: TENÓRIO, M. C. (Org.). Pré-história da Terra Brasilis. Rio de Janeiro: UFRJ, 2000b.
KIPNIS, Renato, SCHEEL-YBERT, Rita. Arqueologia e paleoambientes. Quaternário do Brasil. Ribeirão Preto: Holos Editora, 2005.
LANATA, José Luis. “Los componentes del paisage arqueológico”. In Revista de Arqueología Americana. Instituto Panamericano de Geografia e Historia, nº. 13, p. 151-165, julho-dezembro, 1997.
LAYTON, Robert & UCKO Peter J. “Introduction: gazing on the landscape and encountering the environment”. In LAYTON, Robert & UCKO Peter J. The Archaeology and Anthropology of landscape: shaping your landscape. Onde Word Archaeology –30. Londres: Routledge, 1999. Cap. 1, p. 1-20. DOI: https://doi.org/10.4324/9780203202449_chapter_1
MORAIS, José Luiz. “Inserção geomorfológica de sítios arqueológicos do Alto Paranapanema, SP”. In Revista do Museu Paulista-Nova Série. São Paulo: USP, v. XXV, p. 65-85, 1978.
MORAIS, José Luiz. “A Arqueologia e o fator geo”. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia. São Paulo: USP, n. 9, p. 3-22, 1999. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.1999.109339
MORAIS, José Luiz. “Tópicos de arqueologia da paisagem”. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia. São Paulo: USP, n. 10, 2000.
PREFEITURA DE SÃO LUÍS. São Luís: uma leitura da cidade. Instituto de Pesquisa e Planificação da Cidade. São Luís, 2006.
REITZ, Elizabeth J.; NEWSOM, Lee A.; SCUDDER, Sylvia J. “Issues in environmental archaeology”. In NEWSOM, Lee A. & SCUDDER, Sylvia J. Case studies in environmental archaeology. Interdisciplinary contributions to archaeology. Nova Yorque: Plenum Press, 1996. Cap. 1, p. 3-16. DOI: https://doi.org/10.1007/978-0-387-71303-8_1
ROSSIGNOL, Jacqueline. “ Concepts, methods and theory building: a landscape approach”. In ROSSIGNOL, Jacqueline & WANDSNIDER, L. Space, time and archaeological landscapes. Nova Yorque: Plenum Press, 1992. p.3-16. DOI: https://doi.org/10.1007/978-1-4899-2450-6_1
SCHAEFFER, Yara Novelli & CINTRON, G. Guia para estudo de áreas de manguezal. Estrutura, função e flora. São Paulo: Caribean Ecological Research, 1986.
SCHLANGER, Sarah H. Recognizing persistent places in Anasazi settlement systems. In: ROSSIGNOL, J.; WANDSNIDER, L. (Org.). Space, time and archaeological landscapes. Nova York: Plenum, p. 91-112, 1992. DOI: https://doi.org/10.1007/978-1-4899-2450-6_5
SUGUIO, Kenitiro. Geologia do Quaternário e mudanças ambientais: passado+presente=futuro? São Paulo: Paulos’s Comunicação e Artes Gráficas, 1999.
SUGUIO, Kenitiro. Geologia do Quaternário: mudanças e mudanças ambientais. São Paulo: Oficinas de Texto, 2010.
TENÓRIO, Maria Cristona. A contribuição da arqueologia na compreensão do desenvolvimento do mangue. Belém: Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi (Série Ciências da Terra), v. 8, 1996.
VANUCCI, Marta. Os manguezais e nós: uma síntese de percepções. Versão em português Denise Navas-Pereira. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2º ed. revista e ampliada, 2002.
ZEMA – Zoneamento do Estado do Maranhão. Governo do Estado do Maranhão, 2004.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2024 Arkley Marques Bandeira, Leonardo Silva Soares, Lucio Adriano Teixeira de Moraes, Rafael Amorim Silva

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Espaço em Revista. Catalão, GO, Brasil. e-ISSN: 2965-5609
This work is licensed under CC BY 4.0




