O TESTEMUNHO INDIVIDUAL E COLETIVO EM “O MANUAL DOS INQUISIDORES”, DE ANTÓNIO LOBO ANTUNES

Autores

  • Carlos Giovani Dutra Del CASTILLO Universidade Federal do Rio Grande

DOI:

https://doi.org/10.5216/lep.v21i2.52311

Resumo

Este artigo propõe uma visão teórica sobre a memória e o testemunho no romance “O Manual dos inquisidores”, de António Lobo Antunes. Esta obra literária aborda aspectos traumáticos da história portuguesa: a ditadura de Salazar e a consequente Revolução dos cravos que acabou derrubando o governo ditatorial vigente, nos anos 70. Os personagens atuam como testemunhas dos eventos e conduzem o fio narrativo, com os eventos históricos como pano de fundo. Dessa forma, os teóricos Paul Ricoeur e Beatriz Sarlo auxiliam na análise da temática do testemunho e da memória, cujo teor marca toda a narrativa de Lobo Antunes.

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Biografia do Autor

Carlos Giovani Dutra Del CASTILLO, Universidade Federal do Rio Grande

Mestre em Letras, pela Universidade Federal do Rio Grande. Doutorando em História da Literatura, pela Universidade Federal do Rio Grande.

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Publicado

04/06/2018

Como Citar

CASTILLO, Carlos Giovani Dutra Del. O TESTEMUNHO INDIVIDUAL E COLETIVO EM “O MANUAL DOS INQUISIDORES”, DE ANTÓNIO LOBO ANTUNES. Linguagem: Estudos e Pesquisas, Goiânia, v. 21, n. 2, 2018. DOI: 10.5216/lep.v21i2.52311. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/lep/article/view/52311. Acesso em: 10 jul. 2026.

Edição

Seção

Edição comemorativa – Estudos literários