Cartografia, Território e Poder: dimensão técnica e política na utilização do mapa
DOI:
https://doi.org/10.5216/er.v10i1.13543Resumo
Resumo: Imagem representativa da natureza visível, o mapa é a construção mais lógica e rigorosa do mundo das imagens. Há, contudo, quem pense que ele Resumo: Imagem representativa da natureza visível, o mapa é a construção mais lógica e rigorosa do mundo das imagens. Há, contudo, quem pense que ele é obra apenas de especialistas e de acesso restrito a poucas pessoas. Por isso, ao longo da história, ele tem sido objeto de usos dos mais diversos, sobretudo, no campo político e militar. Não é, portanto, de estranhar que o mapa, também, serve para fazer a guerra. Porém, sua maior utilidade é para promover a paz, diminuir a discórdia e informar a todos os cidadãos indistintamente sobre a especificidade do território em que eles habitam. O mapa tem, portanto, várias dimensões e, entre elas, a que mais inibe as pessoas quanto ao seu uso e leitura, é a sua dimensão técnica. Ora, quaisquer que sejam os recursos tecnológicos utilizados na sua realização – se desenhados à mão ou assistidos por computadores segundo os recursos da cartografia multimídia interativa – o procedimento metodológico é um só: o respeito irrestrito aos meios e às regras de construção gráfica, ou seja, à abordagem semiológica da representação gráfica, segundo é mostrado por Jacques Bertin há quase meio século.
Palavras-chave: mapa, representação gráfica, variáveis visuais, técnica, território, política, poder, guerra, paz.
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Espaço em Revista. Catalão, GO, Brasil. e-ISSN: 2965-5609
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