O CONTRAPONTO DA PERSPECTIVA HUMANISTA FRENTE AO PARADIGMA CARTESIANO
DOI:
https://doi.org/10.5216/er.v21i1.56153Resumo
O campo da atividade humana é muito expressivo, portanto, a compreensão das inter-relações entre indivíduos e destes em suas múltiplas configurações no espaço perpassa hábitos e códigos de valores difíceis de serem estipulados e quantificados apenas por meio da objetivação empregada pela ciência racionalista. Deste modo, este artigo propõe-se a discutir e apresentar a relevância de se permitir o conhecimento objetivo da realidade ceder espaço a uma visão mais abrangente e integrada às questões atuais nos processos de construção do conhecimento com vistas a formar indivíduos que questionem seus valores, sobrepondo a já desgastada parcialidade das conjecturas materialistas. O procedimento metodológico adotado envolveu revisão de literatura sobre a temática, fundamentando-a em autores como: Behrens e Oliari (2007), Bernardes, Nehme e Colesanti (2004), Claval (2009), Porto-Gonçalves (2006), Leff (2002), dentre outros. Espera-se que este texto contribua com a discussão, ampliando-a para uma abordagem mais alinhada ao objeto de estudo da ciência geográfica em seu esforço de examinar como se estabelecem as distintas dinâmicas que caracterizam as relações entre sociedade e natureza e que se conformam no processo de produção do espaço.
Palavras-chave: Racionalidade. Educação. Humanista. Sociedade. Natureza.
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Espaço em Revista. Catalão, GO, Brasil. e-ISSN: 2965-5609
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