A FORÇA DA LOUCURA
REGIMES DE SABER E PRÁTICAS
DOI:
https://doi.org/10.61470/cadis.v1i2.75508Palavras-chave:
Loucura, saber, práticasResumo
Este texto tem por objetivo apresentar uma leitura horizontal de alguns regimes de saber e certas práticas presentes na discursividade da obra seminal “História da loucura na idade clássica”, de Michel Foucault. Para tanto, descreve-se a loucura a partir dos prismas regenciais dos saberes empirista, racionalista e positivista que estruturam as modulações de compreensão da loucura como um objeto de saber segundo o qual sua própria história traça diferentes paradigmas de abordagens e, consequentemente, proposituras discursivas distintas capazes de gerenciar regimes de saber e práticas. O método empregado aqui é derivado, às avessas, da arqueologia foucaultiana para a qual o saber somente é possível de ser interpretado a partir de suas múltiplas manifestações discursivas no interior do circuito social no qual se encontra em circulação.






