A FORÇA DA LOUCURA

REGIMES DE SABER E PRÁTICAS

Autores

  • Thiago Barbosa Soares Professor no curso de Letras da Universidade Federal do Tocantins (UFT)

DOI:

https://doi.org/10.61470/cadis.v1i2.75508

Palavras-chave:

Loucura, saber, práticas

Resumo

Este texto tem por objetivo apresentar uma leitura horizontal de alguns regimes de saber e certas práticas presentes na discursividade da obra seminal “História da loucura na idade clássica”, de Michel Foucault. Para tanto, descreve-se a loucura a partir dos prismas regenciais dos saberes empirista, racionalista e positivista que estruturam as modulações de compreensão da loucura como um objeto de saber segundo o qual sua própria história traça diferentes paradigmas de abordagens e, consequentemente, proposituras discursivas distintas capazes de gerenciar regimes de saber e práticas. O método empregado aqui é derivado, às avessas, da arqueologia foucaultiana para a qual o saber somente é possível de ser interpretado a partir de suas múltiplas manifestações discursivas no interior do circuito social no qual se encontra em circulação.

Biografia do Autor

Thiago Barbosa Soares, Professor no curso de Letras da Universidade Federal do Tocantins (UFT)

Professor no curso de Letras da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e no programa de pós- graduação stricto sensu em Letras da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Doutor em Linguística pela Universidade Federal de São Carlos, (UFSCar).

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Publicado

2026-06-24

Como Citar

Soares, T. B. (2026). A FORÇA DA LOUCURA: REGIMES DE SABER E PRÁTICAS. Cadernos Discursivos, 1(2), 64–85. https://doi.org/10.61470/cadis.v1i2.75508