METAFICÇÃO E A FORMAÇÃO DO JOVEM LEITOR NA LITERATURA INFANTIL E JUVENIL BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA
DOI:
https://doi.org/10.5216/lep.v19i1.39889Resumo
A metaficção, definida por Linda Hutcheon como “fiction about fiction – that is, fiction that includes within itself a commentary on its own narrative and/or linguistic identity” (1984, p. 1), é uma tendência contemporânea em progressiva expansão na literatura infantojuvenil. Questiona-se, entretanto, neste artigo, se a narrativa de cunho metaficcional pode permitir a construção de um leitor mais crítico e reflexivo. Em caso afirmativo, indaga-se, ainda, como essa ruptura na forma tradicional de escrever literatura destinada preferencialmente a jovens e crianças pode contribuir para que o leitor seja concebido como um colaborador e não como mero consumidor passivo de uma obra literária.No intento de responder a tais questionamentos, o estudo recorrerá às concepções teóricas de Linda Hutcheon (1984) e Patricia Waugh (1984), no que concerne à metaficção, bem como ao posicionamento de Teresa Colomer, (2003) no tocante à presença de estratégias metaficcionais na atual literatura infantojuvenil. Para a consecução do objetivo, tomam-se como objetos de estudo as obras “Fazendo Ana Paz” (1991) e “Retratos de Carolina” (2002), de Lygia Bojunga Nunes.
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