No território do corpo: O estereótipo como representação ambivalente das práticas sociais dos chapas – Uberlândia-MG 1970/2000 DOI10.5216/o.v7i8.9405

Autores

  • Luzia Márcia Resende Silva

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v7i8.9405

Resumo

Neste texto pretendemos apontar elementos para compreendermos as lutas de dominação/resistência/ acomodação experimentadas pelos carregadores de mercadorias da cidade de Uberlândia – MG. Estas lutas são desenvolvidas em torno de suas características e práticas corporais, tendo como base o princípio de que o corpo é suporte de memória e a memória um campo de disputas políticas.

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Biografia do Autor

Luzia Márcia Resende Silva

Doutora em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e professora do Curso de História do CAC/Universidade Federal de Goiás. E-mail: luzia.marcia.@uol.com.br

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Publicado

2010-03-31

Como Citar

SILVA, Luzia Márcia Resende. No território do corpo: O estereótipo como representação ambivalente das práticas sociais dos chapas – Uberlândia-MG 1970/2000 DOI10.5216/o.v7i8.9405. OPSIS, Goiânia, v. 7, n. 8, p. 139–150, 2010. DOI: 10.5216/o.v7i8.9405. Disponível em: https://periodicos.ufcat.edu.br/index.php/Opsis/article/view/9405. Acesso em: 9 jun. 2026.

Edição

Seção

Dossiê Corpo e Cultura