O INSTAGRAM COMO FERRAMENTA DE PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE

Autores

  • Bruna Caroline Machado Gomes Universidade Federal de Catalão
  • Tânia Maia Barcelos Universidade Federal de Catalão

DOI:

https://doi.org/10.5216/emb.v20i02.69778

Resumo

Este artigo objetiva investigar a produção de subjetividade no mundo contemporâneo, por meio do Instagram, plataforma digital de compartilhamento de imagens e vídeos, criada em 2010. A perspectiva metodológica utilizada é a cartografia, baseada em formulações de Deleuze e Guattari (1995), visando acompanhar processos e movimentos da subjetividade. Na primeira parte do artigo, apresentamos seus pontos de partida e destacamos aspectos histórico-culturais das redes sociais. A partir de autores como Guattari e Rolnik (2011), percebemos que a subjetividade é modelada, gerida por diversas máquinas e instâncias, mas pode recusar homogeneizações e produzir processos de singularização. No Instagram, a subjetividade é fabricada nas conexões de visibilidade dos corpos e ancora-se na exterioridade da pele (SIBILIA, 2004). Essa estratégia possibilita a intensificação dos padrões normativos e, também, de resistências dos corpos que buscam criar e afirmar linhas de diferenciação da vida.

Biografia do Autor

Bruna Caroline Machado Gomes, Universidade Federal de Catalão

Psicóloga pela Universidade Federal de Catalão (UFCAT).

Tânia Maia Barcelos, Universidade Federal de Catalão

Docente do Curso de Psicologia da Universidade Federal de Catalão/UFCAT.

 

Publicado

2023-12-15